Por que fizemos o CapivaraOS?
Existe uma pergunta razoável para qualquer projeto assim: o mundo realmente precisa de mais uma distro Linux?
A resposta honesta é: não necessariamente. O Linux já tem opções para todo gosto — de distros para iniciantes a distribuições de cortar cabelo. Mas havia uma coisa que a gente queria e não encontrava do jeito que gostaria: uma distro que se sentisse genuinamente brasileira. Não só com o idioma trocado, mas com uma identidade própria, do mascote às cores, do nome à forma como se apresenta. E então decidimos fazer.
A capivara
A capivara não é o animal mais rápido, nem o mais imponente. Mas é difícil achar alguém que não goste dela. Ela é tranquila, social, se dá bem com todo mundo — e é brasileiríssima. Faz sentido como mascote de um projeto que quer ser acessível, acolhedor e, acima de tudo, nosso.
Os nomes das distros vêm do mesmo universo: Marsh é o pântano, habitat natural do animal. Pup é o filhote. Snout é o focinho. Três personalidades diferentes, mas da mesma família.
Por que o Fedora como base?
O Fedora tem um ciclo de lançamentos previsível, pacotes atualizados e um histórico sólido como base para outras distros. Trabalhar em cima dele nos dá uma fundação confiável sem precisar reinventar a roda — o esforço fica onde queremos que fique: na identidade e na experiência.
Três spins, uma proposta
O Marsh usa o KDE Plasma — um desktop completo, com menu global e dock, para quem gosta de personalizar tudo. O Pup usa o Xfce, mais leve, confortável em máquinas com menos recursos. O Snout vai pelo caminho do GNOME padrão do Fedora, sem customizações de layout — puro e direto.
As três compartilham a mesma logo, as mesmas cores e o mesmo compromisso: português do Brasil configurado desde o primeiro boot, sem precisar mexer em nada.
E agora?
O CapivaraOS ainda é jovem. As três distros estão em beta, a comunidade está crescendo, e tem muito ainda para construir. Mas o projeto já existe, está funcionando, e você pode baixar e usar agora.
Se isso soa como algo que faz sentido pra você, a gente fica feliz com a companhia.